Auxílio emergencial impulsiona venda de carros no Norte e no Nordeste
Regiões têm recuperação mais rápida; no Centro-Oeste, agronegócio reduz perdas
O auxílio emergencial liberado devido à pandemia de Covid-19 fez diferença nas vendas de carros, motos e caminhões.
Segundo dados das entidades que representam montadoras e distribuidores de veículos, os emplacamentos em estados das regiões Norte e Nordeste, em que há grande número de beneficiários, registram retomada mais robusta e queda menor em relação a 2019 do que as regiões Sul e Sudeste.
No Maranhão, estado da região Nordeste com maior percentual de famílias beneficiadas pelo auxílio emergencial em agosto (65,5% dos domicílios cadastrados) e segundo no país, a alta nas vendas entre os meses de novembro de 2019 e de 2020 é de 31%, com retração de 11,3% no acumulado do ano.
Estado com maior percentual de lares cadastrados no programa de renda emergencial (71,4%), o Amapá registra queda de 1,9% nos emplacamentos na comparação entre os meses de novembro. Entretanto, é também o estado com a menor perda acumulada em 2020: queda de 6% em relação aos 11 primeiros meses de 2019.
Se um carro zero-quilômetro não custa menos do que R$ 39,4 mil (valor cobrado por um Renault Kwid em São Paulo), conclui-se que um beneficiário do auxílio emergencial dificilmente conseguiria adquirir um automóvel novo.
Contudo, o dinheiro movimenta o comércio e faz os pequenos empresários atualizarem seus veículos de passeio ou de trabalho.
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