Justiça aceita denúncia de Neymar e manda citar Luana Piovani por injúria
A Justiça de São Paulo acolheu uma queixa-crime aberta por Neymar contra a atriz Luana Piovani pelos crimes de injúria e difamação.
O processo corre em segredo de Justiça desde dezembro do ano passado. Segundo apurou a coluna, o tribunal aceitou a denúncia após um parecer do Ministério Público.
A decisão aponta que ofensas de Luana nas redes sociais contra Neymar, em tese, caracterizam os crimes de difamação e injúria.
Entre as falas da atriz estão alguns adjetivos que ajudaram a Justiça a acatar a denúncia por injúria, como "mau caráter, estrupício, mau pai, péssimo cidadão, péssimo pai, péssimo exemplo, escroto, ignóbil".
Além disso, para caracterização do crime de difamação, fato ofensivo à reputação, foram destacadas declarações dadas por Luana de que Neymar "traía uma mulher grávida três vezes durante a gestação" e que "ele está fazendo mal pro filho".
A pena para os crimes de difamação e injúria pode variar entre detenção por um mês a um ano ou multa.
Luana foi procurada por meio de sua assessoria para responder às informações da coluna, mas não se manifestou até a publicação. A reportagem será atualizada caso a atriz queira dizer alguma coisa.
A coluna também procurou o estafe de Neymar, que informou que não comenta processos judiciais em andamento.
Veja também
Últimas notícias
Bolsonaro volta à prisão na PF após receber alta hospitalar
Primeira-dama e prefeito JHC divulgam programação do Verão Massayó 2026
Turistas e ambulantes bloqueiam trânsito na orla da Ponta Verde e DMTT pede apoio da polícia
Jangada com fogos vira no mar e provoca pânico durante Réveillon em Maragogi
Primeiro bebê de 2026 em Alagoas nasce no Hospital da Mulher, em Maceió
Gusttavo Lima faz pocket show surpresa em resort na Barra de São Miguel e encanta hóspedes
Vídeos e noticias mais lidas
Policial Militar é preso após invadir motel e executar enfermeiro em Arapiraca
Alagoas registrou aumento no número de homicídios, aponta Governo Federal
Saiba o que a esposa do PM suspeito de matar enfermeiro disse em depoimento à polícia
Estado de Alagoas deve pagar R$ 8,6 milhões a motoristas de transporte escolar
