Bolsonaro pode ser alvo de nova denúncia da PGR às vésperas de julgamento no STF
PGR tem até esta segunda para se manifestar sobre inquérito da PF que indiciou ex-presidente
A PGR (Procuradoria-Geral da República) tem até esta segunda-feira (1º) para enviar ao STF (Supremo Tribunal Federal) um parecer sobre a investigação da Polícia Federal que culminou no indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e do filho dele Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
Segundo a corporação, os dois tentaram atrapalhar a ação penal da tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022, da qual o ex-presidente é réu.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pode oferecer uma denúncia contra os dois, pedir o arquivamento do caso ou solicitar novas diligências à Polícia Federal.
Além disso, a PGR precisa se manifestar sobre o suposto descumprimento de medidas cautelares por parte de Bolsonaro e sobre um documento encontrado no celular do ex-presidente com um pedido de asilo político na Argentina.
No relatório final da investigação, a PF informou ver indícios dos crimes de coação no curso do processo e abolição violenta do Estado democrático de Direito por parte de Bolsonaro e Eduardo.
O ministro Alexandre de Moraes deu cinco dias para a PGR analisar os documentos. Esse é o prazo para manifestação do órgão nos casos em que um dos investigados está preso — Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde 4 de agosto.
A posição da PGR será divulgada um dia antes do início do julgamento de Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado. Nesta terça-feira (2), a Primeira Turma do STF começa a julgar o ex-presidente e outros sete réus no caso.
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