Reunião do Sócio-torcedor do ASA garante direitos dos associados
Nova diretoria executiva herdou uma dívida de mais de R$ 400 mil e débitos trabalhistas de R$ 8,5 milhões.
Apesar do número pequeno de sócios-torcedores à primeira reunião que o ASA promoveu na noite desta quinta-feira (28), o encontro garantiu o direito dos associados e mostrou a realidade em números financeiros a qual o clube se encontra.
O vice-presidente Financeiro, Cledison Santos, o vice-presidente de Marketing, Cláudio Gouveia, e o coordenador do Programa Sócio Torcedor se reunião em um dos auditórios do FDS Coworking, no Centro de Arapiraca.
“Esta foi a primeira reunião do ano para podermos mobilizar os sócios-torcedores do ASA e garantir a eles os seus direitos, como também mostrarmos que estamos trabalhando para melhorar as condições do time”, disse Cláudio Gouveia.
O vice-presidente de Marketing falou sobre as carteirinhas, os benefícios garantidos aos sócios que contribuem com o alvinegro e apresentou o novo modelo da boutique do ASA, que terá instalações modernas à altura da reforma e ampliação do Estádio Coaracy da Mata Fonseca.
Em seguida, o vice-presidente Financeiro do clube, Cledison Santos, apresentou a real situação econômica do ASA. Ele ressaltou que a nova diretoria executiva herdou uma dívida de mais de R$ 400 mil e débitos trabalhistas de R$ 8,5 milhões.
“Para conseguirmos equilibrar as contas do ASA temos que garantir o pagamento dos custos atuais, que são muitos, e cumprir com o pagamento dos débitos anteriores, então o sócio-torcedor tem uma parcela muito importante com a sua contribuição financeira”, ressaltou Cledison Santos.
O vice-presidente Financeiro mostrou, ainda, como o clube utiliza da melhor maneira possível os recursos adquiridos com a adesão dos torcedores ao se associarem ao alvinegro e a destinação de 30% desses recursos para garantir a sustentação das equipes da base do ASA.
“Mesmo sem recursos para cobrirmos todas as despesas, a diretoria do ASA está trabalhando duro para ter condições de contratar novos jogadores e manter o time em uma posição mais confortável do que ele se encontra fora e dentro de campo”, frisou ele.
Cledison Santos afirmou aos sócios-torcedores presentes que o grande termômetro de uma empresa é o resultado e o ASA como empresa que é precisa também apresentar esse resultado.
“O ASA precisa sobreviver financeiramente de janeiro a dezembro e não apenas em um período de jogadores em campo. Por esta razão é importante que os sócios-torcedores permaneçam contribuindo com o time para que ele possa existir durante todo o ano. O torcedor precisa estar com o time nos bons e nos maus momentos em que ele passa”, declarou.
Durante a reunião foi mostrado também as melhorias que a diretoria já fez no clube. Um exemplo disso é o sistema de biometria para facilitar o acesso do sócio-torcedor ao estádio e a redução de custos retirando serviços de empresas terceirizadas e o próprio ASA assumindo essas obrigações como é o caso da confecção dos ingressos que hoje é por conta do próprio time.
“Com essa medida da diretoria tivemos uma redução de custos que garante hoje pagarmos contas que em dezembro não sabíamos o que fazer”, explicou Cledison Santos.
O coordenador do Programa Sócio Torcedor, professor Jorge Adriano frisou na reunião que um dos maiores desafios do presidente executivo Moisés Machado foi conseguir as certidões negativas e manter o time nos campeonatos.
“E quem ajudou o ASA nessa situação foi a contribuição do sócio-torcedor”, concluiu ele.
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