Vereadores voltam atrás e aprovam Conisul para a educação
Segundo o presidente da Câmara, educação não foi incluída, inicialmente, porque a saúde já sofre com atrasos de material

Depois da repercussão negativa gerada pela não aprovação do Projeto de Lei que altera as intenções do Conisul, os vereadores de Junqueiro voltaram atrás e aprovaram, na tarde desta quarta-feira (02), a proposta.
A sessão teve ampla participação da população, que lotou a sede do Poder Legislativo. Segundo o presidente da câmara de Junqueiro, Macos André de Jesus Pereira, Kiko Pereira (MDB), a sessão anterior aprovou o projeto com ressalvas.
Entre os pontos negados, estava a não adesão ao Conisul para compras partilhadas da pasta da educação. Kikop JKustificou que a saúde já sofre com atrasos de repasse de material, e que por isso, a aprovação inicial podria prejudicar o setor. Mas, que, a permanência do município no sistema partilhado para aquisição de insumos para a área da saúde foi garantida pelos vereadores.
No entanto, o prefeito Carlos Augusto vetou o projeto por completo, sob o argumento de que a proposta deveria ser aprovada de forma integral.
O presidente da Câmara disse ainda que, para não prejudicar a população, os representantes do Legislativo de Junqueiro resolveram aprovar a proposta.
Para alinhar esses pontos, o vereador disse que, os representantes do poder legislativo solicitaram uma reunião com os setores jurídicos da Câmara e do próprio Conisul, com a participação do SINTEAL, para chegar a um consenso sobre o tema, sobretudo, colocando em primeiro lugar o interesses do povo de Junqueiro.
“Tendo em vista que a saúde ia ficar de fora, e pra não prejudicar a população, nós resolvemos aprovar o projeto”, disse o vereador.
Segundo Pauline Pereira, que comanda o Conisul, mais de quatro mil municípios brasileiros estão vinculados a consórcios e Junqueiro não poderia, como cidade fundadora, ficar de fora.
"Foi uma decisão sábia e ao mesmo tempo o reconhecimento do impacto positivo das ações do Conisul junto ao município e a população”, disse Pauline. Depois da aprovação, o projeto segue para a sanção do poder executivo.
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