Conep reage a morte por nebulização com cloroquina: “Grave violação”
Segundo Comissão Nacional de Ética em Pesquisa, médica que fez tratamento experimental em paciente da Covid-19 responderá ao MPF
A Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), vinculada ao Ministério da Saúde, repudiou o uso de tratamento experimental com nebulização de hidroxicloroquina, que resultou na morte de paciente comCovid-19, em Manaus (AM). Em nota, a entidade do Conselho Nacional de Saúde (CNS) afirmou que o caso mostra “flagrante desrespeito às normas de ética em pesquisa do país”.
A Conep defendeu ter tomado conhecimento do caso ocorrido no Instituto da Mulher e Maternidade Dona Lindu, em Manaus, através da imprensa. Segundo a comissão, após verificar registros em sua base de dados, a entidade “não encontrou qualquer pesquisa cuja intervenção estivesse associada à nebulização com cloroquina ou hidroxicloroquina”
De acordo com a comissão nacional, qualquer tratamento experimental “deve ocorrer estritamente no âmbito da pesquisa clínica, havendo necessidade de aprovação de um protocolo submetido à instância regulatória ética antes de ser iniciado”.
Veja também
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
