IML usa caminhão frigorífico para armazenar corpos em Petrópolis
Número de mortos continua aumentando
A Polícia Civil do Rio de Janeiro está utilizando um caminhão frigorífico para armazenar e preservar os corpos das vítimas das chuvas em Petrópolis (RJ), possibilitando sua posterior identificação. A estrutura foi montada no PRPTC (Posto Regional de Polícia Técnica Científica), no bairro Corrêas.
Até a tarde desta quinta-feira (17), foram contabilizadas as mortes de mais de 100 pessoas, incluindo duas crianças, atingidas pelo forte temporal que causou inundações, enxurradas e deslizamentos na cidade.
A corporação afirmou, em nota, que criou uma força-tarefa com cerca de 200 envolvidos para ajudar no resgate às vítimas e auxiliar a Defesa Civil.
Foram mobilizados peritos legistas e criminais, papiloscopistas, técnicos e auxiliares de necropsia, servidores de cartório e de diversas delegacias da região serrana. Há também apoio terrestre e aéreo, com dois helicópteros.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro montou um gabinete de crise para articular as frentes de atuação no enfrentamento às consequências do temporal.
Os primeiros objetivos, segundo o MP-RJ, são agilizar o processo de identificação dos corpos, vistoriar e acompanhar as necessidades da população nos pontos de apoio que recebem desabrigados, monitorar novos riscos junto aos órgãos competentes e atuar na localização de desaparecidos.
Últimas notícias
Escola de samba que homenageou Lula é rebaixada para a Série Ouro
Justiça revoga obrigação de advogado se apresentar à Rotam em dias de jogos do CSA
Viradouro é a grande campeã do Carnaval do Rio de Janeiro em 2026
Idoso desaparece no Santos Dumont e família pede ajuda para encontrá-lo
Sine Alagoas oferece mais de 2 mil vagas de emprego: confira as oportunidades
Paciente relata presença de larvas em comida servida na UPA Benedito Bentes
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
Secretário da Fazenda de Maceió cria dificuldades para pagar fornecedores
