Militares discordam de reajuste de Renan Filho e anunciam campanha salarial
O reajuste parcelado em duas vezes de 6,29% para todos os servidores estaduais anunciado, nessa terça-feira (13), pelo governador Renan Filho não atendeu a expectativa dos agentes da segurança pública. Os militares esperavam 17,63% referentes aos Índices de Preços ao Consumidor Amplo (IPCAs) de 2015 e 2016 e afirmam que agora é o momento para demonstrar força e buscar os direitos.
Representantes das associações militares do Estado (Assomal, Assmal, Acs/AL, Assorpobom, Caixa Beneficente e Upm) reuniram-se, nesta quarta-feira (14), na sede da Associação dos Oficiais Militares de Alagoas (Assomal) para traçar os objetivos da campanha sobre o reajuste salarial.
De acordo com o presidente da Assomal, tenente coronel J. Cláudio, o reajuste representa ‘muito pouco’ pelo trabalho feito em Alagoas. “A primeira parcela do reajuste representa R$ 100 no bolso do soldado”, afirmou o oficial, que espera sentar com representantes do Governo ainda esta semana.
“Vamos discutir as pendências dos IPCAs não atendidas com o percentual anunciado pelo Governo, bem como a correção na tabela de subsídio dos Oficiais, que é promessa de aplicação do Governo desde setembro de 2015. Além da agilidade na lei de promoção e reajuste das verbas de alimentação, diária e uniforme”, detalhou.
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