Defesa Civil cadastra famílias do bairro do Pinheiro afetadas com as rachaduras
Prefeitura solicitou o valor de R$ 1 mil por família, levando em consideração os dados da renda per capita da região e outras informações provenientes do senso realizado pela Semas
A Secretaria Adjunta Especial de Defesa Civil iniciou, nesta terça-feira (08), o cadastro de famílias no bairro Pinheiro para a inclusão na ajuda humanitária em decorrência das fissuras na região, processo que prevê o auxílio moradia concedido pelo Governo Federal.O cadastramento teve início no conjunto Divaldo Suruagy, contemplando 24 proprietários de imóveis, e continua nesta quarta-feira (09) nos Conjuntos Potengy e Jardim Acácia.
“Após o reconhecimento ao decreto de emergência, fizemos uma série de solicitações ao Governo Federal em relação ao Pinheiro. Uma das primeiras medidas foi referente à ajuda humanitária, que prevê o auxílio moradia e deve contemplar inicialmente as famílias que recomendamos a evacuação do imóvel em decorrência do agravamento das fissuras. Estamos realizando o cadastro seguindo as orientações da União e encaminharemos toda a documentação para que, em breve, as famílias recebam o benefício”, explicou o titular da Defesa Civil, Dinário Lemos.
Hoje, a média estabelecida pela Defesa Civil Nacional para o auxílio moradia é de aproximadamente R$ 450. No entanto, segundo explica Dinário Lemos, a Prefeitura solicitou o valor de R$ 1 mil por família, levando em consideração os dados da renda per capita da região e outras informações provenientes do senso realizado pela Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas). “A solicitação do recurso já foi encaminhada ao Governo Federal, que deve definir o valor final a ser concedido aos que deixaram seus imóveis. Vamos encaminhar, agora, os cadastros e vamos aguardar a liberação”, completou Lemos.
Coordenadora de Ação Social da Defesa Civil, Joanna Borba esclareceu que, para ser cadastrado, o proprietário deve apresentar documentos pessoais e do imóvel para comprovar a posse. “A prioridade, neste momento, é para as famílias que deixaram seus imóveis por recomendação da Defesa Civil. São, em média, 60 famílias que receberam a recomendação, no entanto o número deve aumentar após novas avaliações e recomendações. Os que deixaram seus imóveis por conta própria devem acionar a nossa equipe para que a casa ou apartamento seja avaliada”, disse.
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