Tutmés Airan reúne-se novamente com moradores do Pinheiro nesta sexta (22)
Representantes relataram para o presidente do TJAL as informações discutidas na audiência pública no Senado Federal, em Brasília
O presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), desembargador Tutmés Airan de Albuquerque, esteve reunido, nesta sexta-feira (22), com os moradores do Pinheiro, que relataram o que foi debatido na reunião desta quinta-feira (21), no Senado Federal, em Brasília. Representantes dos moradores do Mutange também participaram do encontro e demostraram suas preocupações com o futuro dos bairros.
Entre os assuntos debatidos, os moradores destacaram a importância do programa Posse Legal, que está viabilizando, em parceria do TJAL com a Associação de Notários e Registradores de Alagoas (Anoreg), a posse de imóveis das famílias do Pinheiro a fim de garantir que elas recebam benefícios, como o aluguel social.
“O presidente tem sido muito solidário com o movimento SOS Pinheiro, que representa o bairro. O Posse Legal tem sido essencial para beneficiar pessoas que terão direito ao aluguel social por conta do programa. Também apresentamos ao presidente Tutmés uma síntese do que aconteceu ontem na audiência pública lá no Senado Federal”, explicou Geraldo Castro.
Durante a reunião, o desembargador Tutmés Airan voltou a se colocar à disposição dos moradores para encontrar soluções e minimizar os problemas que eles vêm sofrendo com o fenômeno no bairro. “A audiência constatou um quadro de gravidade que é preocupante e que pode fugir do alcance de intervenção da Prefeitura de Maceió e do próprio Estado. Talvez seja preciso um socorro muito maior, talvez seja o caso de intervenção da união”, comentou o presidente.
O presidente da Associação de Moradores do Mutange, Arnaldo Manoel, também contou que a situação também assusta os moradores de seu bairro. “Com os noticiários que saíram ontem da audiência no Senado a preocupação triplicou, o pessoal está sem dormir, eu como representante da comunidade também estou com os nervos à flor da pele. A gente só espera que os poderes públicos entendam nossa situação e resolvam essa questão o mais rápido possível”, disse.
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