Bloqueio de sinal de celular está suspenso em unidades prisionais de Maceió
Seris iniciou processo para nova contratação dos serviços
Os equipamentos que bloqueiam sinal de telefonia celular foram retirados dos presídios de Maceió na semana passada. Os aparelhos, que impedem a comunicação telefônica entre presidiários e o exterior, são uma ferramenta utilizada em presídios de todo o país com o objetivo de impedir que chefes de quadrilha continuem comandando ações criminosas de dentro das unidades prisionais.
Com a suspensão dos serviços, presos poderão se comunicar - com a ajuda de celulares que entraram nos presídios de maneira ilegal - com pessoas que estão do lado de fora e, desse modo, podem continuar liderando quadrilha de traficantes ou ordenar a execução de crimes, por exemplo.
De acordo com a Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social (Seris), o serviço está suspenso de maneira temporária no complexo penitenciário de Maceió, mas continua sendo mantido no Presídio do Agreste, localizado Girau do Ponciano, pago com recursos do Estado.
Por meio de nota, a Seris informou que o sistema de bloqueio foi desativado porque o contrato do serviço estabelecia que o pagamento seria efetuado por meio de um projeto do governo federal que foi finalizado. Para que seja retomado, o Estado precisa fazer um novo processo licitatório, que de acordo com a secretaria, já foi iniciado. Veja a nota da Seris abaixo:
A Secretaria da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) informa que o sistema de bloqueio de sinal de telefone celular instalado nas unidades prisionais que integram o complexo penitenciário de Maceió encontra-se desativado. Isso porque o contrato vinha sendo quitado com recursos federais, sendo estes findados em 2019. O mesmo não ocorre, porém, ao Presídio do Agreste, no município de Girau do Ponciano, onde o sistema tem funcionado a contento, em razão do aporte de recursos estaduais.
Um novo processo está em andamento para a contratação e renovação do serviço nos presídios da capital.
Outrossim, a Seris reforça seu compromisso com a segurança do sistema prisional alagoano, um dos mais controlados do país, investindo permanentemente na valorização do servidor penitenciário e na aquisição de equipamentos que auxiliam na identificação e apreensão de materiais ilícitos quando do procedimento de revista.
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