Implantação da escola cívico-militar avança em Maragogi
Reunião sobre o projeto ocorreu no gabinete do prefeito
O sonho da implantação de uma escola cívico-militar segue avançando no município de Maragogi, no Litoral Norte de Alagoas. O prefeito Fernando Sérgio Lira Neto (Progressistas – PP) teve uma importante reunião em seu gabinete, na última terça-feira (27), para discutir sobre o avanço do projeto na cidade litorânea.
Sérgio Lira recebeu no gabinete o vereador major Paulo Nunes, o gestor escolar Rubens Honorato, o capitão Sérgio Nideck e a idealizadora do projeto da escola cívico-militar e coordenadora, Rosana Barreto, para debater as diretrizes e a parceria com os militares inativos que irão integrar a escola cívico-militar do município.
Durante a reunião, o gestor da cidade comentou sobre a implantação da primeira escola cívico-militar de Maragogi. “Ficamos entusiasmados por modelos de ensino que se destacam pela excelência nos processos de ensino-aprendizagem. A escola cívico-militar é mais um esforço e compromisso com a população maragogiense”, frisou.
A metodologia das escolas militares é ofertar educação de qualidade aliada às noções de valores, éticos e morais, e cidadania. Maragogi será pioneiro no Norte de Alagoas com a primeira escola cívico-militar da região.
Últimas notícias
Flávio Bolsonaro diz que Zema seria “um grande vice” e afaga Tarcísio
Operação Retomada prende quatro suspeitos e apreende armas em Matriz de Camaragibe
Presidente Chico Filho determina recadastro geral de servidores efetivos e comissionados na Câmara Municipal
Lula visitará Recife, Salvador e Rio de Janeiro no Carnaval
Furto volta a afetar abastecimento de água em Riacho Doce, em Maceió
Caminhão que transportava combustível tomba na AL-220, em Jaramataia
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
