Alunos da Escola Cívico-Militar de Maragogi escrevem livros
Encerramento ocorreu na noite desta terça-feira (21)
Alunos da Escola Municipal Cívico-Militar Doutor José Jorge de Farias Sales, no município de Maragogi, escreveram 50 livros no projeto pedagógico da instituição de ensino. O encerramento, com direito a sessão de autógrafos, ocorreu na noite desta terça-feira (21), na quadra de esportes do colégio.
O projeto em parceria com a plataforma Estante Mágica envolveu estudantes dos 3º, 4º e 5º anos da Escola Municipal Cívico-Militar Doutor José Jorge de Farias Sales. Os alunos, pais e profissionais da Educação ficaram muito empolgados com o projeto.

O secretário municipal de Educação, Artur Cavalcante, disse que a meta é melhorar os índices educacionais do município. “Vamos fazer um trabalho pedagógico voltado para essas crianças com o intuito de melhorar o desenvolvimento do IDEB de Maragogi”, ressaltou.

A pequena Maísa Vitória Nascimento Tenório escreveu o livro intitulado: ‘O Saci e a Lua’ e a pequena escritora ficou muito contente. “Esse livro fala sobre amor, alegria. Estou muito feliz. Foi difícil fazer, mas ficou bom. Minha professora e minha mãe me ajudaram”, contou.
A coordenadora pedagógica da escola, Cíntia Rogéria Correia, comentou que o projeto foi muito positivo e que os livros chamaram a atenção, mas um em especial lhe tocou. “Eu particularmente, o que mais me chamou a atenção foi ‘O Lobo do Bem’, onde um aluno do 4º ano, o tema do 4º ano era contos de fadas dos tempos modernos, então a professora mostrou o que contém um conto de fadas e ele transformou o lobo, que geralmente é um personagem do mal nas histórias de conto de fadas, em um lobo do bem, que se transformava em um delegado e ia em busca da Chapeuzinho e da vovó que tinham sido raptadas”, informou.

Presente no evento, a vereadora Alcyonne Pinto (PP) se sentiu honrada. “É uma grande honra ser madrinha desse evento, um convite muito honroso e ele sempre falo que uma sociedade sem leitura é uma sociedade sem vida, é um corpo sem alma. Escrever um livro é muito marcante. Quantos adultos até hoje não tiveram a oportunidade de escrever um livro”, disse.

Com apuração de Isac Silva*
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