Falsa biomédica é indiciada por descarte irregular de material hospitalar
O fato de a mulher exercer a profissão de biomédica ilegalmente está sendo apurada pelo 2º Distrito da Capital
O delegado Robervaldo Davino, titular da Delegacia de Crimes Ambientais e Proteção Animal, concluiu o inquérito e indiciou uma falsa biomédica, proprietária de uma clínica localizada no bairro Jatiúca, por descarte irregular de material hospitalar que se trata de crime ambiental.
O fato de a mulher exercer a profissão de biomédica ilegalmente está sendo apurada pelo 2º Distrito da Capital que foi informado sobre mais este crime. A falsa biomédica já responde pelo mesmo crime em outro processo.
De acordo com as investigações, a Vigilância Sanitária de Maceió (Visa) recolheu, num trecho da Rua Eustáquio Luiz Alberto Barreiros, no bairro do Poço, cerca de 20 kg de resíduos de serviços de saúde contaminados e descartados de forma irregular em via pública.
No local, havia medicamentos com os prazos de validade vencidos, agulhas e seringas usadas. Todo o material foi encaminhado para o descarte adequado, após o acionamento da Delegacia de Crimes Ambientais e Proteção Animal.
O delegado informou diversas pessoas foram ouvidas durante o inquérito e ficou apurado que a dona da clínica de estética foi a responsável pelo descarte irregular.
A pena para este tipo de crime varia de um a quatro anos de prisão.
Veja também
Últimas notícias
Cerca de 200 policiais serão empregados durante clássico desta quarta-feira (18)
Governo de Alagoas integra missão internacional do presidente Lula na Índia
Armas e drogas são apreendidas durante operações policiais em Alagoas
Batalhão de Polícia Ambiental flagra pesca predatória na Lagoa Manguaba
Gonet também teve dados sigilosos violados na Receita Federal, diz STF
Trabalhador fica ferido após estrutura com placas solares desabar em posto de combustível
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
Indústria brasileira do setor alimentício terá fábrica em Rio Largo
