Justiça não resolve, greve da educação continua e prefeitura analisa nova proposta
Executivo agora estuda se pode conceder um aumento de 5%
Representantes da educação do município de Arapiraca, no Agreste de Alagoas, e o prefeito Rogério Teófilo, participaram de uma audiência no Tribunal de Justiça em Maceió, nessa quinta-feira (13), com o intuito de dar um basta à greve que já se arrasta há mais de dois meses.
Mas o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sinteal) em Arapiraca, André Luis, disse que a prefeitura, de novo, não apresentou nenhuma proposta diferente daquela de 2,33% que já foi discutida e rejeitada pela categoria.
Em contrapartida, o sindicato sugeriu um aumento de 5%, o que significa 2,64% a menos do que vinha sendo pedido. O executivo, que na reunião estava representado também pela secretária de Educação, Mônica Pessoa; pelo Procurador Geral do Município, Rafael Gomes e pela superintendente de Planejamento e Orçamento, Salete Amorim, disse que vai analisar e na próxima segunda-feira (17) vai responder se pode ou não conceder o reajuste.
Durante a assembleia realizada nesta sexta-feira (14) na escola Hugo Lima, em Arapiraca, com o objetivo de explicar aos grevistas a pauta da audiência no TJ, o sindicalista André Luís explicou que a proposta é que a prefeitura pague 2,33% de imediato e 2,67% no mês de dezembro, fechando assim os 5%.

“A nossa intenção era acabar com a greve nesta sexta, mas como o prefeito resolveu pensar na proposta, infelizmente vamos ter que aguardar mais uns dias”, lamentou. André disse que Rogério informou que até às 17 horas de segunda-feira responde se acata ou não a nova proposta, mas já adiantou que a proposta de aumentar apenas 2,33% não entra mais em discussão e muito menos em votação.
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O presidente do Sinteal disse que terça-feira (18) faz a votação da proposta dos 5%, caso aprovada, e se os servidores acatarem ele pede apenas que o dinheiro das faltas descontadas seja devolvido visto que as aulas serão repostas e a greve terá fim.
A titulo de esclarecimento, pelo Sindicato participaram da reunião, além do presidente, o sindicalista Paulo, a presidente do Sinteal Alagoas, Consuelo e dois advogados. A audiência foi mediada pela funcionária Moacira, que trabalha no gabinete do desembargador Alcides Gusmão, o qual não compareceu.
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