Polícia

Suspeito de matar mulher no Bosque já foi condenado por estupro, furto e roubo

A informação foi divulgada pela Polícia Civil nesta sexta-feira (9)

Por 7Segundos 09/01/2026 17h05 - Atualizado em 09/01/2026 18h06
Suspeito de matar mulher no Bosque já foi condenado por estupro, furto e roubo
Homem suspeito de assassinar mulher que fazia caminhada, em Arapiraca - Foto: Assessoria

O homem preso por assassinar Cícera Laura da Silva, de 47 anos, no Bosque das Arapiracas, em Arapiraca, no Agreste de Alagoas, possui um extenso histórico criminal. De acordo com informações confirmadas pela Polícia Civil de Alagoas (PCAL), o suspeito já foi condenado anteriormente pelos crimes de estupro de vulnerável, furto e roubo.

Além das condenações já transitadas em julgado, a Justiça também havia expedido um mandado de prisão contra o indivíduo. No entanto, esse processo tramita sob sigilo judicial, e detalhes não foram divulgados pelas autoridades.

O homem, natural do município de Marau, no Rio Grande do Sul, estava residindo em Arapiraca há algum tempo. Ele foi preso na quarta-feira (7) após ser identificado por meio de imagens de câmeras de segurança.

A prisão ocorreu em uma serralheria no bairro Alto do Cruzeiro, local onde o suspeito trabalhava. Durante a abordagem, ele confessou o homicídio. Em seguida, os policiais foram até a residência do homem, onde apreenderam as roupas usadas no dia do crime, incluindo bermuda, camisa, boné e tênis.

Cícera Laura estava desaparecida desde o último domingo (4) e foi encontrada morta na terça-feira (6), dentro do Bosque das Arapiracas. A partir da localização do corpo, a Polícia Civil iniciou diligências imediatas, que resultaram na rápida identificação e prisão do suspeito.

Após a prisão, duas outras mulheres compareceram à delegacia para registrar boletins de ocorrência por importunação sexual, relatando que também teriam sido vítimas do mesmo homem.

O suspeito passou por audiência de custódia, onde a Justiça decidiu pela manutenção da prisão. Ele permanece detido e à disposição do Judiciário, enquanto as investigações seguem para a conclusão do inquérito e apuração de possíveis novos crimes.